Capítulo 47
África que espera a parede] Eu suponho está assando quente dentro
África agora.
VOITSKI. Sim, eu suponho é.
A MARINA vem, enquanto levando uma bandeja atrás em qual é um copo de vodca
e um pedaço de pão.
MARINA. O ajude.
ASTROFF bebe
MARINA. Para sua saúde boa! [Ela se curva profundamente] Coma seu pão
com isto.
ASTROFF. Não, eu gosto assim. E agora, adeus. [Para MARINA] Você
não precise sair para me despedir, enfermeira.
Ele sai. SÔNIA o segue com uma vela o iluminar o
carruagem. MARINA se senta na poltrona dela.
VOITSKI. [Escrevendo] Nos 2d de fevereiro, vinte libras de
manteiga; nos 16º, vinte libras de manteiga novamente. Trigo-mouro
farinha--[UMA pausa. São ouvidos sinos tinido.]
MARINA. Ele foi. [Uma pausa.]
SÔNIA entra e jogos a vara de vela na mesa.
SÔNIA. Ele foi.
VOITSKI. [Somando e escrevendo] Some, quinze--vinte e cinco--
A SÔNIA se senta e começa a escrever.
[Bocejando] Oh, ho! O Deus tem clemência.
TELEGIN vem dentro ande pé ante pé, se senta perto da porta, e começa
afinar o violão dele.
VOITSKI. [Para SÔNIA, acariciando o cabelo dela] Oh, minha criança, eu sou
miserável; se você só soubesse como miserável eu sou!
SÔNIA. O que podemos fazer nós? Nós temos que viver nossas vidas. [Uma pausa] Sim, nós
viverá, Tio Vanya. Nós viveremos pelo longo
procissão de dias antes de nós, e pelas noites longas; nós
agüentará as tentativas que destino impõe em nós pacientemente; nós devemos
trabalhe para outros sem resto, ambos agora e quando nós somos velhos; e
quando nossa última hora vem que nós conheceremos isto humbly, e lá,
além da sepultura, diremos nós que nós sofremos e lamentamos,
que nossa vida estava amarga, e Deus terá piedade em nós. Ah, então,
querido, querido Tio, nós veremos aquela vida luminosa e bonita; nós
alegre e olhe atrás em nossa tristeza aqui; uma oferta
sorriso--e--nós descansaremos. Eu tenho fé, Tio, fervente,
fé apaixonada. [A SÔNIA se ajoelha antes do tio dela e posições