Capítulo 32
você para deixar meu dinheiro só. Não, não, não! Oh, deixe vá, você vai?
SHABELSKI. [Picando ao redor deles] O pequeno passarinho tem seu
charmes! [Seriamente] Venha, assim está bem!
BORKIN. Nos deixe vir ao ponto, e considere minha proposição
francamente como um arranjo empresarial. Me responda honestamente, sem
truques e equivocações, você concorda em fazer isto ou não? Escute
eu; [Apontando a Shabelski] ele precisa de dinheiro à quantia da
menos três mil por ano; você precisa de um marido. Você quer
uma Condessa é?
SHABELSKI. [Rindo ruidosamente] Oh, o cínico!
BORKIN. Você quer que uma Condessa seja ou não?
MARTHA. [Excitedly] Espera um minuto; realmente, Misha, estas coisas,
não é terminado por um segundo assim. Se a Conta quer se casar
eu, o deixe me perguntar o, e--e--eu não vejo, eu não faço
entenda--tudo isso é tão súbito---
BORKIN. Venha, não nos deixe rodear sobre o arbusto; isto é um
arranjo empresarial. Você concorda ou não?
SHABELSKI. [Rindo e esfregando as mãos dele] Supondo eu me caso
o dela, eh? Pendura isto, por que eu não deveria tocar este truque roto para ela?
O que diz você, pequeno puss? [Ele beija a bochecha dela] Mais querido
pintinho-um-biddy!
MARTHA. Pare! Pare! Eu apenas sei o que eu estou fazendo. Vá embora!
Nenhum--não vá!
BORKIN. Responda imediatamente: é sim ou não? Nós não podemos nos levantar aqui
sempre.
MARTHA. Olhe aqui, Conte, venha e me visite para três ou quatro
dias. É alegre em minha casa, não como este lugar. Venha para-amanhã.
[Para BORKIN] Ou isto é todos uma piada?
BORKIN. [Furiosamente] Como eu pudesse brincar em tal um assunto sério?
MARTHA. Espere! Pare! Oh, eu sinto lânguido! Uma Condessa! Eu estou desfalecendo,
Eu estou caindo!
BORKIN e SHABELSKI riem e a pegam pelos braços. Eles beijam
as bochechas dela e a conduz à direita fora pela porta.
IVANOFF e SASHA correm dentro do jardim.
IVANOFF. [Apertando a cabeça dele desesperadamente] Não pode ser verdade! Não faça
Sasha, não faça! Oh, eu não o imploro!