Capítulo 15
era dois ou três anos atrás. Ele está agora deprimido e silencioso, e
ninhadas todo o dia sem fazer qualquer coisa, mas ele era então esplêndido.
Eu me apaixonei à primeira vista por ele. [Rindo] eu dei um
olhar e foi pegado como um rato em uma armadilha! Assim quando ele me perguntou
ir com ele eu cortei toda gravata como a que me saltou a minha vida velha
a pessoa corta as folhas murchas de uma planta. Mas coisas são
diferente agora. Agora ele vai para o Lebedieff é se divertir
com outras mulheres, e eu sento aqui no jardim e escuto o
corujas. [O chocalho do GUARDA é ouvido] Me fale, Medique, o tenha
qualquer irmão e irmãs?
LVOFF. Não.
ANNA chora.
LVOFF. O que é? O que é a questão?
ANNA. Eu não posso estar de pé isto, Medique, eu tenho que ir.
LVOFF. Onde?
ANNA. Para ele. Eu vou. Tenha os cavalos arreados. [Ela corre
na casa.]
LVOFF. Não, eu não posso ir certamente em tratar qualquer um debaixo destes
condições. Eu não só tenho que fazer isto para nada, mas eu estou forçado
suportar esta agonia de mente além de. Não, não, eu não posso estar de pé isto. EU
teve bastante disto. [Ele entra na casa.]
A cortina cai.
ATO II
O desenho-quarto de casa de LEBEDIEFFÕS. No centro está uma porta
conduzindo em um jardim. Portas desdobram à direita do quarto
e esquerda. O quarto é mobiliado com valiosa mobília velha,
que é protegido cuidadosamente através de coberturas de linho. As paredes são penduradas
com quadros. O quarto está iluminado através de candelabros. ZINAIDA é
sentando em um sofá; os convidados anciãos estão sentando em braço-cadeiras
em qualquer mão. Os convidados jovens estão sentando sobre o quarto em
cadeiras pequenas. KOSICH, AVDOTIA NAZAROVNA, GEORGE, e outros são
cartões jogando no fundo. GABRIEL está de pé próximo o
porta à direita. A empregada está passando doces aproximadamente um
bandeja. Durante os convidados de ato inteiros venha e vá do jardim,
pelo quarto, fora da porta na esquerda, e atrás novamente.
Entre em MARTHA à direita pela porta. Ela vai para