E. H. (Edwin Hubbell) Chapin
Capítulo 53
tudo life,--para alguns dos momentos mais sérios e importantes
de vida. Estes, como eu procederei mostrar, nós temos que nos encontrar
só, e de dentro; e então, constitui o
bem-aventurança da religião Cristã que habilita o homem
quando em solidão ter comunhão, consolação, e
orientação. Na realidade, o faz, quando só, não ser
dizer, com consciência contente, "eu não estou só,
porque o Pai está comigo."
Ilustrar esta verdade, então, eu digo, que tão longe como o
comunhão e ajuda deste mundo externo e de sociedade humana
está preocupado, há muitos e estações importantes quando tripula
deve estar só. No primeiro lugar, no dele a maioria interior e
natureza essencial, o homem é um ser solitário. Ele é um
individual, uma unidade, entre todas as almas ao redor dele, e tudo
outro things,--um ser distinto e estranho como uma estrela. Deus,
em toda a variedade dos trabalhos dele, não fez nenhum homem precisamente goste
outro. Há um isolamento individual, um consciente
personalidade que ele pode compartilhar sem outro; que resiste
a idéia de absorção; quais reivindicações seu próprio distinto
imortalidade; que tem seus próprios desejos e aflições, seu próprio senso,
de dever, suas próprias experiências espirituais. Cristianismo insiste
em nada mais fortemente que isto. Perfurando debaixo de tudo
convencionalismos, reconhece o homem como uma alma individual,
e, como tal, o endereça com suas verdades e seu
sanções. Realmente, funda sua doutrina principal de humano
fraternidade e igualdade na individualidade essencial de
cada homem, porque cada representa all,--cada tem nele
a natureza de todo outro. Exige arrependimento individual,
santidade individual, fé individual. A pessoa não pode acreditar
para outro. A pessoa não pode decidir perguntas de consciência para
outro. A pessoa não pode agüentar os pecados ou pode destinar as virtudes
de outro. É verdade, nós temos relações para o grande
inteiro, para o mundo de gênero humano, e para o universo material.
Nós somos unidos a estes por afinidades sutis. Nós somos