E. H. (Edwin Hubbell) Chapin
Capítulo 45
Mas eu observo, mais uma vez, que enquanto Cristianismo nem
menospreza nem afeta para desejar tristeza, reconhece claramente
sua grande e benéfica missão. Em uma palavra, mostra seu
caráter disciplinar, e assim praticamente interpreta o
mistério de mal. Considera o homem como um ser espiritual, lançado,
no teatro desta vida mortal não somente para
prazer, mas para training,--para o desenvolvimento de
afinidades espirituais, e o conseguimento de fins espirituais.
Revela um desmame assim, enquanto subjugando, elevando poder, em
tristeza.
A origem de mal pode confundir us;--seu uso nenhuma lata Cristã
negue. Uma filosofia sensual pode encolher disto, em todos seu
aspectos, e se retira em um ceticismo mórbido ou um tímido
submissão. Se nós predicado mera felicidade como "nosso ser
fim e aponta", há nenhuma explicação de mal. Disto
ponto de vista, há uma ambigüidade em nature,--uma dualidade dentro
todo objeto que nós não podemos resolver. O trono de infinito
luz e elencos de amor em cima da face de criação um
sombra inexplicável. Se nós fôssemos feitos estar contentes somente, por que
esta hostilidade ao redor de nós? Por que estas oposições acentuadas de
dor e dificuldade? Por que estes nervos se estorcendo, esta dor,
corações, e olhos em cima de-carregados? Por que o frio de
decepção, o tremor de remorso, o esmagamento e ferrugem,
de esperança? Por que através da luz bruxuleante de horizonte tantos formas de
miséria e pecado? Por que se aparece estes óculos tristes de doloroso
câmaras agonizantes, e doente-camas cansadas?--esta tumba incontável-
pedras, muito-horrível testemunhe a morte e lágrimas? Explique para
eu esse abrupto inequalities,--o trem longo de necessidades,
pobreza e suas aflições aparentadas, essas realidades medrosas que
minta nos abismos de todo city,--tão horroroso, comprimido
massa que rola no batismo terrível de sensualidade e
ignorance,--os gemidos de aflição inarticulada, o espetáculo de
opressão, a crueldade sem vergonha de guerra, a pestilência que