Capítulo 11
de fios emparelhar, e apresentou isto a mim. Eu agarrei isto--tirou
dez pedaços de ouro, então dez mais, e isto que eu repeti novamente e novamente.
Imediatamente eu ofereci minha mão a ele. "Terminado", disse eu; "a pechincha
é feito: minha sombra para a bolsa." "De acordo", ele respondeu; e,
se ajoelhando imediatamente, eu o vi, com extraordinário
destreza, suavemente solte minha sombra da grama, erga para cima, dobra,
isto junto, e, afinal ponha no bolso dele. Ele subiu então, se curvou
mais uma vez para mim, e dirigiu os passos dele para os arbustos de rosa. EU
imaginado eu o ouvi rindo quietamente a ele. Porém, eu segurei
a bolsa rapidamente pelos dois fios. A terra estava se aquecendo abaixo
o brilho do sol; mas eu perdi toda a consciência agora.
Em recuperar meus sensos, eu acelerei para deixar um lugar onde eu esperei
não havia nada mais adiante que me deter. Eu enchi meus bolsos primeiro
com ouro, então firmou os fios do círculo de bolsa meu pescoço, e
escondido isto em meu seio. Eu desmaiei desadvertido do parque,
ganhado a estrada alta, e levou o modo à cidade. Como era eu
chegando o portão pensativamente, eu ouvi uns um atrás de mim
exclamando, homem Jovem"! homem jovem! você perdeu sua sombra!" EU
virado, e percebeu uma mulher velha que chama depois de mim. "Obrigado, meu
mulher boa", disse eu; e lhe lançando bem um pedaço de ouro para ela-
informação planejada, eu pisei debaixo das árvores. No portão,
novamente, era meu destino para ouvir a sentinela que indaga onde o
cavalheiro tinha deixado a sombra dele; e imediatamente eu ouvi um par de
mulheres exclamando, "Jesu Maria! o homem pobre não tem nenhuma sombra." Tudo
isto começou a deprimir me, e eu evitei entrar cuidadosamente o
sol; mas isto não pôde em todos lugares seja o caso: para no próximo
rua larga eu tive que cruzar, e, infelizmente para mim, ao mesmo
hora na qual os meninos estavam entrando fora de escola, um tolo de humpbacked,
de um companheiro--eu o vejo contudo--logo fez a descoberta que eu era