Robert W. (Robert William) Chambers
Capítulo 61
Ele odiou o mar. Estava se tornando um horror rastejando a ele dentro seu
toda fase de protean, se flecked com luzes horríveis em tempestades
ou assombrou através de formas pálidas em colour--sempre, sempre permaneceu
repugnante a ele debaixo de sua maldição eterna de movimento infinito.
Ele detestou isto: ele detestou os céus lívidos de dia contra qual
lançando ondas mostraram preto: ele odiou toda onda à noite e o deles/delas
movimento não visto incessante. McKay tinha estado "curado." McKay era mesmo,
muito doente.
Lá vindo a ele, a intervalos, uma menina por que roubou o
obscuridade dos corredores lançando que o guiam de um lânguido azul
ilumine o próximo--uma menina que procurou no escuro à noite fora o modo com ele
para a coberta seguindo as setas pintadas debaixo de pé. Também
às vezes ela sentou ao lado da cama dele pelo vôo irreal de tempo,
a mão dela apertou em cima de seu. Ele soube que ele tinha sido brutal a ela
durante a "cura dele."
Ele ainda era áspero com ela em momentos de intenso mental
pressão--de alguma maneira; percebido isto--fez esforços para
autodomínio--para razão novamente, controle mental; às vezes feltro
que ele estava a caminho de adquirir domínio mental.
Mas rastros de dano para a mente ainda permanecida--sensível
lugares--e havia segundos rápidos de agonia--de raiva cega, de
vigilância astuciosa, desequilibrada para prejudicar. Ainda para tudo aquilo ele soube ele
era convalescente--aquele álcool era nenhum mais longo uma necessidade para ele;
que tudo que que ele fez tinha se tornado uma escolha agora para ele; que ele teve
o poder e a autoridade e o testamento, e era capaz, uma vez,
mais, de escolher entre depravação e decência. Mas o que tinha sido
tirado da vida dele parecia deixar um silêncio terrível em seu
cérebro. E, em momentos, este silêncio ficou dissonante com o
clamour de sem-razão.
Aceso dos piores dias dele quando a alma aleijada dele era loneliest o
mares frios ficaram maravilhosos. Cruzadores e destruidores da escolta