Robert W. (Robert William) Chambers
Capítulo 38
sofrendo do cloral. Se você está interessado, Senhorita Erith, vá
você chamada bondosa ao para-amanhã de hospital?"
"Sim.... Você disse que havia moeda estrangeira nos bolsos dele?"
"O holandês e prata dinamarquês e ouro inglês."
"Obrigado.... Eu chamarei para-amanhã. Não o deixe partir antes de eu
chegue."
"O que?"
"Eu desejo o ver. Por favor não lhe permita partir antes de eu adquirisse
lá. Isto--é muito importante--vital--no caso de ele é o homem--o
Kay McKay em questão."
"Muito bem. Bom-noite."
Senhorita Erith penetrou a poltrona dela atrás, enquanto tremendo até mesmo dentro o morno
arda do forno.
"Tais coisas não podem acontecer!" ela disse em voz alta. "Tais coisas não fazem
aconteça em vida!"
E ela se falou aquele até mesmo em histórias nenhum autor ousaria--não
até mesmo o veriest o escrevinhador amador--presumiria para enfrentar
leitores inteligentes introduzindo tal uma coincidência como isto
parecia ser.
"Tais coisas não acontecem!" repetido Senhorita Erith firmemente.
Porém, tais coisas acontecem.
Era isto possível que o Grande Segredo de qual a cifra de Lauffer
carta falou, foi fechado dentro do peito deste companheiro jovem que
agora inconsciente secular no Hospital de Samaritano?
Este era de fato o prisioneiro escapado? Era este o homem que,
de acordo com instruções na cifra, seria marcado para morte
às mãos dos agentes secretos do Governo alemão na América?
E, se este verdadeiramente fosse o mesmo homem, era ele seguro, pelo menos para o
apresente, agora que a carta de cifra tinha sido interceptada antes disto
tinha alcançado Herman Lauffer?
Hora depois de hora, mentindo profundamente na poltrona dela antes do fogo, Senhorita
Erith abaixou uma presa a conjeturas entusiasmadas nenhum de que puderam
seja respondido até o homem no Hospital de Samaritano tinha recuperado
consciência.
Suponha ele nunca recuperou consciência. Suponha ele deveria morrer--
Ao pensamento Senhorita Erith pulou da cadeira dela e apanhou o
telefone.