Capítulo 45
para o intendant. Debaixo da comissão dele ele teve o direito
para 'julgue só e com jurisdição cheia em civil
assuntos', para 'ouça todos os casos de crimes e misdemeanours,
abuso e malversação, por whomsoever cometido', para
'proceda contra todas as pessoas culpado de qualquer crime, tudo que,
possa ser a qualidade deles/delas ou possa condicionar, procurar o
procedimentos até conclusão final, julgamento e execução
disso.' Não obstante, em prática e com consideração devida
para a administração da justiça boa, o conselho
decreto foi talvez muito longe. A pergunta permaneceu dentro
pendência e não foi resolvido depois até quatro anos,
ao término do segundo termo de Garra no Canadá. Ele teve
escrito a Colbert no declarar sujeito que ele vai
esteja alegre para ser descarregado da responsabilidade judicial,
e ver a pergunta de iniciar processos se referida
para o Conselho Soberano.
De fato [ele disse], recebendo os abaixo-assinados
por entrar em processos não signifique os retendo
antes de mim. Eu não julguei vinte casos, civil,
ou criminoso, desde que eu vim aqui, depois de sempre ter tentado,
até eu pôde para conciliar as festas adversárias.
A razão por que eu falo agora deste assunto é aquele mesmo
freqüentemente, para vinte ou trinta fígados de diretor, um
demandante vai antes do juiz de primeiro exemplo--o qual
desvia as festas do próprio cultivo de
as fazendas deles/delas--e mais tarde, por via de uma atração, antes de
o Conselho Soberano que gosta de ouvir e julgar
casos.
Colbert não julgou a decisão do conselho aconselhável.
É contrário [ele escreveu] à ordem de justiça, em
virtude de qual, partindo na própria esfera deles/delas o
juízes superiores, os juízes de primeiro exemplo são
autorizado para ouvir todos os casos dentro da jurisdição deles/delas,
e os julgamentos deles/delas podem ser de para o
Conselho soberano. Além disso seria um fardo para
os assuntos do rei que vivem longe de Quebec para ir lá
desnecessariamente para averiguar antes de que tribunal