Capítulo 12
para o Hotel-Dieu de Quebec.
Um dos primeiros problemas com que o intendant tiveram
negociar descarregando os deveres do escritório dele era o
dualismo de autoridade administrativa. Foi mencionado
aquele Colbert tinha fundado uma empresa comercial nova, conhecido como
a Companhia de Índia Ocidental. Esta corporação tinha sido concedida
privilégios largos em cima de todas as posses francesas na América,
propriedade feudal incluindo e autoridade para administrar
justiça e guerra de coleta. A companhia foi investida assim com
o direito de designar os oficiais judiciais, magistrados,,
e conselhos soberanos, e de nomear, sujeito ao
os governadores de sanção de rei e outro functionaries; isto
tido carta branca para vender a terra ou fazer concessões dentro feudal
posse, receber todas as dívidas de seigneurial, construir fortes,,
tropas de aumento, e equipa guerra-navios. A escritura da companhia
tinha sido concedido em 1664, e claro que Canadá, como bem,
como as outras colônias francesas no Mundo Novo, foi incluído
em sua jurisdição. A situação desta colônia era
então muito estranho. Em 1663 tinha cancelado o rei
a escritura dos Cem Sócios e tinha levado
atrás o feudo de Canadá; mas um ano depois ele tinha concedido
isto novamente para uma companhia nova. Ao mesmo tempo ele mostrou
claramente que ele pretendeu deter a administração
as próprias mãos dele. Assim Canadá parecia ter dois mestres.
Conforme sua escritura, segurou a companhia o
propriedade e governo do jure de de rural. Mas em
ponto de fato o rei brandiu o governo, enquanto levando assim
atrás com uma mão o com o qual ele tinha dado o outro. Por
corrija a companhia controlou a administração da justiça;
pôde, e de fato fez, estabeleça tribunais. Mas, em
fato, o rei designou o intendant o juiz supremo dentro
casos civis, e fez para o Conselho Soberano um tribunal
de jurisdição superior. Através de direito, para a companhia pertenceu
o poder de conceder terra e seigneuries. Na realidade, o
governador ou o intendant, os oficiais do rei, fizeram o