Capítulo 17
conte um conto --
"O o qual que eu
Aprenda a Padova de um balconista merecedor,
Como provado pelo wordes dele e o werk dele.
Ele está agora morto, e pregou no tórax dele,
Eu rezo a Deus para dar para a alma dele resto bom.
Francis Petrarc, o poete laureado,,
Highte este balconista cujo retórica tão docemente
Illumin todo o Itaile de poesia. . . .
Mas adiante para tellen deste homem merecedor,
Aquele taughte eu este conto, como comecei eu." . . .
nós podemos sem esforço violento acredita que Chaucer fala em seu
própria pessoa, entretanto dramaticamente as palavras estão no Balconista
lábios. E a convicção não é prejudicada pelo modo triste dentro
o qual o Balconista demora na morte de Petrarch--que seria
menos inteligível se o narrador fictício tivesse lido só a história
na tradução latina, que se nós supomos as notícias de
A morte de Petrarch a Arqua em 1374 de julho ter seguido de perto
Chaucer para a Inglaterra, e ter cruelmente e irresistivelmente entrosaram
isto com o lembranças pessoais de nosso poeta do grande italiano dele
contemporâneo. Nem nós temos que considerar sem significação o
maneira na qual o Balconista é feito distinguir entre o
"corpo" do conto de Petrarch, e a moda na qual era fixo
adiante por escrito, com um proem que parecia "uma coisa
impertinente", a menos que o poeta tinha escolhido daquele modo para
"carregue o assunto" dele--contou, ou "ensinou", tanto mais diretamente
e simplesmente por palavra de boca. É impossível pronunciar
positivamente no assunto; a pergunta se Chaucer viu
Petrarch em 1373 tem que permanecer um discutível-ponto, tão longo como temos nós
só nossa informação presente; mas fantasia ama morar no
pensamento dos dois poetas que conversam debaixo das videiras a Arqua;
e nós achamos na história e as escritas de Chaucer nada
contradizer, uma transação boa para semblante, a convicção que tal um
se encontrando aconteceram.
Embora nós não tenhamos nenhum registro expresso, nós temos testemunho indireto,