Capítulo 22
E limites são coisas que não existem;
A escravidão daquele Trabalho, mundial, é o mesmo,
E UM o inimigo ao que tem que resistir.
Montreal, 1914.
AS MENINAS QUE CANTARAM PARA O EUA
O que significa a nós que Primavera aqui é?
Nós perguntamos para nós mesmos dentro do grande corredor cinzento.
Nós não sentiremos a magia da chamada dela;
Este dia, como outros, será sombrio e drear.
E então você cantou. . . e trouxe muito próximo assim,
O além mundial fragrante a parede de prisão,
Os campos tenros, as árvores e grama, e tudo
As esperanças e sonhos que todo homem segura querido.
O, vozes prateadas, doce com vida e mocidade
Escovando nossas vidas cinzentas com suas asas de arco-íris--
Vidas que eram erradamente duro e amargo com velho,
E os limpando com beleza e com verdade;
Recordações reavivando de desapareceu fontes--
Nos fazendo inteiro com milagres de canção!
PARA EDITH
Você se lembra como nós caminhamos aquela noite
Em começo de primavera?
E como nós achamos uma delícia nova e doce
Em tudo?
Você se lembra como o ar estava cheio
Com névoa e luar--como nossos corações estavam emocionados--
E parecia cantar?
Isso que se estas paredes fechassem fora o mundo para mim
E céu também,
Lá ainda vive fragrante em minha memória
O pensamento de você.
E lá fora agora com a cúpula alta de vida sobre você
Se você mas soube como muito eu o amo--
Se você mas soube. . . .
CANÇÃO DE SEPARAÇÃO
Dois que eu amo tem que viver só,
Longe.
Tudo no mundo eu posso chamar meu próprio,
Só eles.
A mãe e menino na cadeira de balanço,
Pensando de um que não pode estar lá,
Respirando uma esperança que é meio uma oração;
Noite e dia, noite e dia.
Aqui em minha cela eu tenho que sentar só,
Vestido dentro cinzento.
Barras de ferro e paredes de pedra
Me licite permanência.
O que do mundo com sua pompa e espetáculo?
Bugigangas de nada! Isto que eu sei:
Profundamente em meu coração eu sinto falta deles assim