Capítulo 12
Mas ninguém poderia computar até nós lá
A estrada aberta, o cheiro de grama e flores.
NOTURNO DE PRISÃO
Fora da tempestade está assobiando para lá e para cá;
O vento molhado zumbe seu refrão incolor;
Contra as paredes e gotejando barras, a chuva,
Batidas com um ritmo como uma canção de aflição;
Escurecido pelo brilho já-espasmódico do raio
Os arco-abajures roxos toldam cada derramando vidraça;
O trovão estrondeia à planície distante,
As celas são silenciadas e silencioso, reme em fila.
Queda, gotas frutíferas, na terra tostando,,
Queda, e reaviva a seiva viva de fonte;
Floresça os campos uma vez mais com maravilha!
E, em todos os corações, desperte a nascimento novo
Essas visões e empenhos que trarão
Uma manhã fresca, doce para o mundo de homens!
O GUERREIRO WIND
Mais uma vez o vento salta da terra mal-humorada
Com o batalha-grito velho dele.
Uma árvore dobra darkly onde a parede assoma alto;
Suas filiais torturadas, como uma mão horrível,,
Aperte no céu.
Torres cinzentas sobem de escuridão e debaixo de--
Preto-barrado e forte--
As janelas rosnando vigiam a injustiça antiga deles/delas;
Mas o vento furioso os treme, enquanto assobiando pelos dentes dele
Uma canção de batalha.
O amargo é o desafio que ele arremessa
A barras e parafusos e chaves.
Rasgado com os gritos de desapareceu séculos
E maldições lançaram a reis longo-esquecidos
Além de mares escuros.
O vento só, de todos os deuses de velho,
Homens não puderam encadear.
O vento selvagem, irmão para minha ira e dor,,
Como você, dentro de um coração inquieto seguro eu
Um furacão.
O vento conheceu os calabouços do passado
Sabe tudo aquilo é;
E a seu devido tempo espalhará o pó deles/delas longe,
E cantando, ele gritará a destruição deles/delas afinal
Para uma estrela risonha.
O que limpa vento de guerreiro, mais forte que morte,,
Mais sábio que os homens podem saber;
O golpeiam estas paredes teimosas e os põem baixo,