Mary G. Chandler
Capítulo 31
ser seguido por confusão e fracasso. Vendo uma pessoa irrefletida
em uma luz moral, ele não pode ser religioso, ele não pode ser virtuoso, e,
a menos que sem querer, ele possa nem mesmo seja externamente moral. Ele pode, talvez,
perceba que as formas mais totais de maldade serão evitadas, mas ele
pode ter nenhuma compreensão do perigo envolvida nos pequenos vícios de
todos os dias vida; e não pode entender como todo um destes vícios, pequeno,
como pode parecer, contém dentro de si mesmo o germe de uns um desses
grandes e chocantes pecados proibidos nas ordens. Ele vai,
então, sem compunção, vá em cometer estes pecados pequenos
até o hábito de mal fica tão fixo, que, se ele não termina por
grande cometendo, freqüentemente é mais de falta de tentação
que de qualquer razão mais merecedora.
Da pessoa irrefletida pode ser dependida nunca para qualquer coisa. Nós nunca
saiba onde o achar, ou o que ele fará em qualquer posição particular ou
relação de vida. Tudo que nós podemos nos antecipar dele são, que ele provavelmente vai
faça algo ruim, ou tolo, ou impróprio; adequadamente como pode o ato
agüente em moralidade, senso, ou modos.
Antes de ir mais adiante, deixe seja entendido que uma pessoa irrefletida
não é nenhum sem Pensamento. Um ser humano sem Pensamento é um
impossibilidade. A maioria, se não tudo, os idiotas pensam. É a falta de
coerência, propósito, e esforço em Pensou isso induz o hábito de mente
geralmente conhecido como negligência. Sem Pensamento, Imaginação, e
Afeto, a pessoa não pôde ser um ser humano. Gênero humano difere de cada
outro, não em tipo, mas em grau. É o baixo grau de atividade dentro
qualquer um destas grandes divisões da mente humana para a que causa a pessoa
pareça irrefletido, unimaginative, ou sem afeto. O fim de tudo
treinar deveriam ser desenvolver cada um destas faculdades de forma que isto
deva coöperate com os outros, e tudo tão completamente quanto possível. Um justo
equilíbrio de forças é o primeiro requisito, e aumento constante disto