Capítulo 5
saiba é eu vou eu tive o município assim que eu soubesse governar
isto; porque eu tenho tanta alma quanto outro, e tanto corpo quanto qualquer um, e eu
será como muito rei de meu reino como qualquer outro de seu; e sendo assim eu
deva fazer como gostei eu, e fazendo como gostei eu que eu deveria me agradar, e
se agradando eu deveria estar contente, e quando a pessoa está contente que ele tem
nada mais para desejar, e quando a pessoa não tem nada mais desejar há
um fim disto; assim deixe o município vir, e Deus ele com você, e nos deixou vermos
um ao outro, como um homem cego disse o outro."
"Isso não é nenhuma filosofia ruim tu arte falando, Sancho", disseram o cânon;
"mas para tudo aquilo há uma transação boa a ser dita neste assunto de
municípios."
Para qual Don Quixote devolveu, "eu não sei o que mais é ser dito;
Eu só me guio pelo exemplo me fixe pelo grande Amadis de gaulês,
quando ele fez o escudeiro dele contar do Insula Firme; e assim, sem qualquer
dúvidas de consciência, eu posso fazer uma conta de Sancho Panza, porque ele tem um anos
dos melhores escudeiros que já cavaleiro-errante teve."
O cânon estava surpreso à tolice metódica (se tolice é
capaz de método) aquele Don Quixote proferiu, ao modo no qual ele teve
descrito a aventura do cavaleiro do lago, à impressão que
as mentiras deliberadas dos livros que ele leu tinham feito nele, e ultimamente ele
marvelled à simplicidade de Sancho que desejou obter tão avidamente
o município o mestre dele tinha o prometido.
Antes deste tempo os criados do cânon que tinham ido para a hospedaria para ir buscar o
mula de sumpter, tinha devolvido, e fazendo um tapete e a grama verde de
o saque de prado como uma mesa, eles se sentaram na sombra de alguns
árvores e fez a refeição deles/delas lá, que o carter poderiam não ser privados
da vantagem da mancha, como já foi dito. Como eram eles
comendo eles ouviram um barulho alto e o som de um sino de repente que
parecia vir de entre algumas amoreira-preta e arbustos grossos que eram íntimos