Capítulo 58
donos de escravo ordinários em que tiveram um senso muito decidido de responsabilidade
considere aos bens móveis humanos deles/delas. Ao redor o casa do anfitrião dele onde o
as crianças de dono, acariciadas por enfermeira preto, jogado com o pequeno preto,
crianças ou com algum negro velho amado, ele poderia ver aquele bonito aspecto
de "nossa instituição no Sul" que indubitavelmente criou dentro muitos
Sulistas jovens como eles cresceram uma certa quantia de sentimento genuíno
em favour de escravidão. Montando mais largo no campo ele poderia ser golpeado, como Geral
Sherman era, com a satisfação do negroes em quem ele se encontrou o
plantações. Em enquiry aprenderia ele que o escravo em velhice era
seguramente de comida e abrigo e livra de trabalho, e que como se aproximou ele
velhice que a tarefa dele foi diminuída sistematicamente. Sobre labuta excessiva a
qualquer hora de vida, ele concluiria talvez que não era nenhuma coisa fácil para
dirija uma gangue de africanos realmente duro. Ele seria assegurado, totalmente
incorretamente, que a comida do escravo e conforto geralmente eram maiores
que esses de trabalhadores de fábrica no Norte, e, talvez só muito verdadeiramente,
que as privações dele eram menos que esses do inglês agrícola
labourer naquele momento. Uma pesquisa larga e cuidadosa do assunto foi feita
através de Frederick Law Olmsted, um fazendeiro de Nova Iorque que escreveu isso que mas para o deles/delas
assunto escuro estaria entre os melhores livros de viagem. Ele apresenta
nós o quadro de um prevailingly mal-humorado, sapless, vida bruta, mas
certamente não de miséria aguda ou opressão habitual. Um Sulista velho
bastante para se lembrar de escravidão não questionaria a precisão provavelmente de
os detalhes dele, mas insistiria, muito provável com verdade que havia
felicidade mais humana lá que investigador em tal uma indagação vai
prontamente descubra. Até mesmo em plantações grandes no Sul extremo onde
o dono só viveu parte do ano, e a maioria das coisas teve que ser partido