Robert W. (Robert William) Chambers
Capítulo 72
e janelas já estavam sendo subidas a bordo em cima de; ate cortinas desceram;
tecidos foram para os limpadores; o cheiro fresco de cânfora e lavanda
demorado no meio-luz jovial de quartos onde mobília e quadros
assomado linho-amortalhado e o chão polido ecoou todo passo.
Na escuridão ensolarada da casa de Seagrave achou Geraldine um grato
se retire do clarão inspirador e raquete confusa dela primeiro
inverno; amplo tempo para resto, devaneio, e reflexão, com só alguns,
intima para quebrar as meditações dela, só informalidade para considerar com, e
bastante lazer para planejar o verão.
Ao redor da casa, árvores e rododentros estavam agora em flor mais fresca,
flor-camas fragrante, grama ternamente esmeralda. As sombras comoventes de
maple parte padronizado as paredes brancas do quarto dela; rajadas vento-sopradas
de fragrância de wistaria, do longo, grapelike, grupos violeta-tingidos,
balançando fora da janela, soprado fora as cortinas dela todas as manhãs.
À noite perfumes mais sutis roubaram para cima do jardim escuro; o rugido
de tráfico das avenidas foi amolecido; carruagem ilumina dentro o
crepúsculo de purpling do Parque moveu como firebugs que vagueia por nível
vistas arborizadas. Pelos lagos de reservatório a noite-zona adornado com jóias do
Lado ocidental brilhou, refletiu pela água em pontos de tremer
chama; sul, um adornar com pedra* preciosa* barra de luz de topázio, vertical contra o céu,
marcado a Praça; além de, borrifou em iguais constelações espaciais
profundidades infinitas espanando, as luzes da cidade retrocederam longe como o olho
poderia ver.
No zênite o céu é tingido sempre com o estranho, sinistro
noite-brilho da metrópole, vermelho como fumaça fogo-lambida quando enevoa do
baía resolve, pálido como a mesma sombra de luz quando noites estão claras;
mas sempre está lá--sempre estará lá depois que o sol se puser
nos mares ocidentais, e os olhos da queimadura de cidade férrea monstruosa em
pelos séculos.
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