E. Keble (Edward Keble) Chatterton
Capítulo 89
instruído para organizar entre si "que nada mais que absoluto
necessidade ocasionará o ser deles/delas em Porto ao uma e o mesmo
tempo."
Será reconhecido que o objeto disto era, se possível, para
mantenha os oficiais dos cruzadores a bordo dos recipientes deles/delas, e em mar,
em vez de já colidir com porto. Para isto isso pareceria por mais que
um destes cavalheiros o trabalho de viajar em nome da Renda
Serviço foi considerado muito na luz de um agradável, estendido
navegando viagem, com uma perseguição ocasional e ataque apoplético de um contrabando,
faça quebrar a monotonia da existência deles/delas e inchar o deles/delas
bolsas. Mas tal uma vida agradável não era isso contemplado pelo
Autoridades de alfândegas.
NOTAS DE RODAPÉ:
[9] "Shallop, um tipo de barco grande com duas mastreações, e normalmente equipou
como uma escuna."--MOORE.
CAPÍTULO VII
OS CORTADORES E ESCALERES
Nós falamos durante os capítulos precedendo dos cruzadores de renda
às vezes como cortadores e às vezes como escaleres. Pela razão que vai
depressa fique aparente nos deixado endeavour agora endireitar fora qualquer
confusão que pode ter surgido na mente do leitor.
Praticamente, escaleres e cortadores destes dias eram um e o mesmo,
com diferenças muito secundárias. Em um valioso volume náutico francês
publicado em 1783, depois de explicar que o cortador veio ao francês
de Inglaterra, a definição vai em declarar isso no cordame dela e
velejar-plano ela se assemelha a um escaler, a não ser que o anterior tem a mastreação dela
mais muito tempo, e inclinou mais adiante à popa, e tem maior velejar-área. O
cortador também tem mas pequeno bordo livre, e para a levar grande
velejar-área ela puxa mais água. Esta autoridade vai então em mencionar
aquela tal arte como estes cortadores é empregada pelos contrabandistas do
Canal de inglês, "e podendo levar bastante vela eles podem
facilmente escape do guardships. O Governo inglês, para o
mesma razão, mantenha um bem que muitos destes fazem para parar estes