Capítulo 48
PAULINA apaga as velas na mesa, então ela e rolo de DORN,
A cadeira de SORIN fora do quarto, e tudo passam fora pela porta no
esquerda, menos TREPLIEFF que é só esquerdo. TREPLIEFF prepara escrever.
Ele corre o olho dele em cima do que ele já escreveu.
TREPLIEFF. Eu falei uma grande transação sobre formas novas de arte, mas eu sinto
eu que passo despercebido gradualmente no rasto batido. [Ele lê] "O
anuncie chorado isto da parede--uma face pálida em uma armação de fusco
hair"--chorado--armação--isso é estúpido. [Ele arranha fora o que ele tem
escrito] Eu começarei novamente do lugar por onde meu herói é acordado
o barulho da chuva, mas o que segue tem que ir. Esta descrição de um
noite enluarada é longa e formal. Trigorin trabalhou fora um processo
do próprio dele, e descrições são fáceis para ele. Ele escreve que o pescoço
de uma garrafa quebrada que mente no banco brilhada no luar, e
que as sombras põem preto debaixo da moinho-roda. Lá você tem um
noite enluarada antes de seus olhos, mas eu falo da luz vislumbrando,
as estrelas centelhando, os sons distantes de um piano que derrete no
ainda e ar perfumado, e o resultado é abominável. [Uma pausa] O
convicção está se forçando gradualmente em mim aquela literatura boa é
não uma pergunta de formas novo ou velho, mas de idéias que têm que verter livremente
do coração do autor, sem o aborrecer a cabeça dele sobre qualquer forma dele,
tudo que. [Uma batida é ouvida à janela mais próximo a mesa] O que era
isso? [Ele olha fora da janela] Eu não posso ver nada. [Ele abre o
porta de copo e olhares fora no jardim] Eu ouvi uns um corrido abaixo
os passos. [Ele chama] Quem está lá? [Ele sai, e é ouvido ambulante
depressa ao longo do terraço. Em alguns minutos ele volta com NINA
ZARIETCHNAYA] Oh, Nina, Nina!
A NINA põe a cabeça dela no peito de TREPLIEFF e abafa os soluços dela.
TREPLIEFF. [Profundamente moveu] Nina, Nina! É você--você! Eu sentia você vai
venha; todo o dia meu coração tem doído para você. [Ele tira o chapéu dela