Capítulo 42
durante qual eu não pude chamar minha alma meu próprio durante um minuto da noite
ou dia, eu tive sucesso afinal raspando mil rublos junto,
tudo dos quais foi, não há muito tempo, em uma viagem que eu fiz no estrangeiro. EU
não tenha um centavo.
MASHA. [Para o marido dela] Assim você não foi para casa afinal de contas?
MEDVIEDENKO. [Apologetically] Como possa eu vou para casa quando eles não me darão
um cavalo?
MASHA. [Debaixo da respiração dela, com raiva amarga] Vá eu nunca poderia ver
sua face novamente!
SORIN na cadeira dele é que tem rodas ao lado à esquerda do quarto.
PAULINA, MASHA, e DORN se sentam ao lado dele. MEDVIEDENKO estava tristemente
aparte.
DORN. Que muitas mudanças que você fez aqui! Você virou isto
sentar-quarto em uma biblioteca.
MASHA. Constantine gosta de trabalhar neste quarto, porque disto pode ele
entre fora no jardim meditar sempre que ele sente como isto. [O
o chocalho de guarda é ouvido.]
SORIN. Onde minha irmã está?
DORN. Ela foi para a estação para conhecer Trigorin. Ela será logo
atrás.
SORIN. Eu devo estar perigosamente doente se você tivesse que chamar minha irmã.
[Ele se cala calado para um momento] Um negócio agradável que isto é! Aqui eu estou
perigosamente doente, e você vai nem mesmo me dê qualquer medicina.
DORN. O que prescreverei eu para você? Chá de camomila? Refrigerante? Quinina?
SORIN. Não inflija nenhum de suas discussões novamente em mim. [Ele acernar com a cabeça
para o sofá] Aquela cama é para mim?
PAULINA. Sim, para você, senhor.
SORIN. Obrigado.
DORN. [Canta] "A lua nada pela para-noite de céu."
SORIN. Eu vou dar para Constantine uma idéia para uma história. Será
chamado "O Homem Que Desejou--qui de L'Homme um voulu." Quando eu era jovem, eu,
desejado se tornar um autor; Eu falhei. Eu desejei ser um orador; Eu falo
abominably, [Se excitando] com meu eterno "e tudo, e tudo,"
arrastando cada oração sem parar até que eu às vezes quebro fora em um