Capítulo 31
não pegue frio. Mantenha um olho em meu menino. Leve bom ao cuidado dele; guia
ele ao longo dos próprios caminhos. [Uma pausa] Eu vou embora, e assim deve
nunca descobre por que Constantine se atirou, mas eu penso o chefe
razão era ciúme, e o mais cedo eu tomo Trigorin, o melhor.
SORIN. Havia--como eu explicarei isto a você?--outras razões além
ciúme para o ato dele. Aqui é uma rachadura jovem inteligente vivendo nas profundidades
do país, sem dinheiro ou posiciona, sem futuro à frente dele,
e com nada fazer. Ele está envergonhado e amedrontado de ser tão inativo. Eu sou
dedicado a ele e ele está apaixonado por mim, mas não obstante ele sente que ele
é inútil aqui, que ele é pouco mais que um dependente nesta casa.
É o orgulho nele.
ARKADINA. Ele é uma miséria a mim! [Pensativamente] Ele poderia entrar possivelmente
o exército.
SORIN. [Dá um apito, e então fala com hesitação] Parece
eu que a melhor coisa para ele seria se você fosse o deixar ter
um pouco dinheiro. Em primeiro lugar, deveriam lhe permitir vestir como um
ser humano. Veja como ele olha! Usando o mesmo pequeno casaco velho que
ele teve durante três anos, e ele faz nem mesmo possua um sobretudo!
[Rindo] E não feriria a criança para semear alguns aveias selvagens;
o deixe ir no estrangeiro, diga, durante um tempo. Não valeria muito.
ARKADINA. Sim, mas--Porém, eu penso eu poderia administrar sobre as roupas dele,
mas eu não o pude deixar ir no estrangeiro. E não, eu não penso que eu posso o deixar
tenha as roupas dele igualar, agora. [Decididamente] eu não tenho nenhum dinheiro no momento.
SORIN ri.
ARKADINA. Eu realmente não tenho.
SORIN. [Apitos] Muito bem. Me, bem, perdoe; não esteja bravo. Você
é uma mulher nobre, generosa!
ARKADINA. [Lamentando] eu realmente não tenho o dinheiro.
SORIN. Se eu tivesse qualquer dinheiro claro que que eu deveria o deixar ter alguns eu,
mas eu tenho nem mesmo um centavo. O gerente de fazenda leva minha pensão de mim
e põe tudo na fazenda ou em gado ou abelhas, e daquele modo isto