Capítulo 30
TRIGORIN. [Para ele] Página 121, reveste 11 e 12. [Para ARKADINA] Tenha nós
meus livros aqui na casa?
ARKADINA. Sim, elas estão no biblioteca de meu irmão, no armário de canto.
TRIGORIN. Página 121--[Ele sai.]
SORIN. Você vai embora, e eu estarei só sem você.
ARKADINA. O que faria você na cidade?
SORIN. Oh, nada em particular, mas de alguma maneira--[Ele ri] Eles são logo
pôr a base da tribunal-casa nova aqui. Como eu deveria gostar
saltar fora deste minnow-lagoa, se mas para uma hora ou dois! Eu estou cansado
de mentir aqui como um toco de cigarro velho. Eu ordenei a carruagem
durante uma hora. Nós podemos ir embora junto.
ARKADINA. [Depois de uma pausa] Não, você tem que ficar aqui. Não esteja só, e
não pegue frio. Mantenha um olho em meu menino. Leve bom ao cuidado dele; guia
ele ao longo dos próprios caminhos. [Uma pausa] Eu vou embora, e assim deve
nunca descobre por que Constantine se atirou, mas eu penso o chefe
razão era ciúme, e o mais cedo eu tomo Trigorin, o melhor.
SORIN. Havia--como eu explicarei isto a você?--outras razões além
ciúme para o ato dele. Aqui é uma rachadura jovem inteligente vivendo nas profundidades
do país, sem dinheiro ou posiciona, sem futuro à frente dele,
e com nada fazer. Ele está envergonhado e amedrontado de ser tão inativo. Eu sou
dedicado a ele e ele está apaixonado por mim, mas não obstante ele sente que ele
é inútil aqui, que ele é pouco mais que um dependente nesta casa.
É o orgulho nele.
ARKADINA. Ele é uma miséria a mim! [Pensativamente] Ele poderia entrar possivelmente
o exército.
SORIN. [Dá um apito, e então fala com hesitação] Parece
eu que a melhor coisa para ele seria se você fosse o deixar ter
um pouco dinheiro. Em primeiro lugar, deveriam lhe permitir vestir como um
ser humano. Veja como ele olha! Usando o mesmo pequeno casaco velho que
ele teve durante três anos, e ele faz nem mesmo possua um sobretudo!
[Rindo] E não feriria a criança para semear alguns aveias selvagens;
o deixe ir no estrangeiro, diga, durante um tempo. Não valeria muito.