Capítulo 61
palmas de cocoanut renunciaram às cabeças deles/delas, o sussurrando das folhas do
palma de fã alcançou a orelha. Em cima de todos o claro fluiu, e o inseto
tropa veio e foi. Kunda sentou, enquanto contemplando lá.
Uma faixa é aberta suavemente; a figura de um homem se aparece contra o
luz. Ai! é a figura de Nagendra. Nagendra, isso que se você deve
descubra a flor, Kunda, debaixo das árvores? O que se, o vendo dentro
a janela, o som do coração de batida dela deveria fazer ouviu?
O que se, ouvindo este som, ela deveria saber que se você move e
fique invisível a felicidade dela terá sido? Nagendra, você é
se salientando da luz; mova de forma que ela pode o ver. Kunda é
muito miserável; esteja de pé lá que a água clara da piscina com o
estrelas refletidas nisto podem não ocorrer periodicamente à mente dela. Escute! a coruja preta
pio! Se você deveria mover, Kunda será terrificado pelo raio. Veja
lá! as nuvens pretas, apertadas pelo vento, se encontram como se em
batalha. Haverá um chuvada torrencial: quem abrigará Kunda? Veja lá!
você abriu a faixa, enxames de insetos estão se apressando em seu
quarto. Kunda pensa, "Se eu for virtuoso, deva eu nasço novamente como um
inseto?" Kunda pensa que ela gostaria de compartilhar o destino dos insetos.
"Eu me chamusquei, por que eu não morro?"
Nagendra, enquanto fechando a faixa, se muda. Cruel! que dano que você fez.
Você não tem nenhum se despertando empresarial à noite; vá dormir. Kunda Nandini é
morrendo; deixe o dela morra!--ela faria alegremente assim o salvar uma dor de cabeça. Agora
a janela iluminada ficou escura. Olhando--olhando--esfregando os olhos dela,
Kunda Nandini surgiu e levou o caminho antes dela. O fantasma-como arbustos,
murmurando, perguntou, "Onde goest tu?" as palmas de fã sussurraram, "Onde
dost tu vá?" a voz funda da coruja fez a mesma pergunta. A janela
dito, a "Deixe ir--nenhum mais testamento que eu mostro ao _Nagendra_ dela." Então tolo
Kunda Nandini contemplou mais uma vez naquela direção.