Capítulo 51
"Morte", era a resposta de Hira.
XIII DE CAPÍTULO.
NÃO!
Na noite daquele dia, Kunda estava sentando perto do _talao_[9] em
o meio do jardim. O _talao_ era largo; sua água puro e
sempre azul. O leitor se lembrará disso atrás deste _talao_ era um
flor-jardim no meio de qual estava de pé uma casa marmórea branca
coberto com rastejadores. Na frente, um vôo de passos conduziu até o
água. Os passos foram construídos de tijolo se assemelhar a pedra, muito largo,
e limpa. Em qualquer lado cresceu uma árvore de _bakul_ velha. Em baixo destes
árvores sentaram Kunda Nandini, só pela noite de escurecimento, contemplando ao
reflexão do céu e estrelas na água clara. Aqui e lá
poderiam ser vistas flores de loto vagamente. Nos outros três lados do
_talao_, manga, jak, ameixa, laranja, lichi, cocoanut, kul, bel, e
outras fruta-árvores cresceram densamente em filas, enquanto olhando na escuridão como um
parede com um topo desigual. Ocasionalmente a voz severa de um pássaro no
filiais romperam o silêncio. O vento fresco que passa o _talao_
feito a água ligeiramente molhar o loto floresce, deu os refletiram
céu um aparecimento de tremer, e murmurou nas folhas sobre Kunda
A cabeça de Nandini. O cheiro das flores da árvore de _bakul_ penetrou
o ar, entrosado com isso de jasmim e outras flores. Em todos lugares
vaga-lumes voaram na escuridão em cima da água clara, enquanto dançando,
brilhando, ficando extinguido. Raposas voadoras falaram com um ao outro;
chacais uivaram para evitar outros animais. Alguns nuvens que têm perdido
o modo deles/delas vagou em cima do céu; uma ou duas estrelas caíram como se
subjugado com aflição. Kunda Nandini sentou, enquanto pensando em cima das dificuldades dela.
Assim corrido os pensamentos dela: "Todos minha família foi. Minha mãe, meu irmão,,
meu pai, tudo morreram. Por que eu não morri? Se eu não pudesse morrer, por que fez eu
venha aqui? O homem bom se torna uma estrela quando ele morre?" Kunda não
mais muito tempo se lembrado da visão que ela tinha visto na noite do pai dela