Capítulo 41
a miséria dele para fluir fora, inundaria o mundo inteiro, parece, mas
ainda não é visto. Achou um esconder-lugar dentro tal um insignificante
concha aquele não teria achado isto com uma vela através de luz do dia....
Iona vê um casa-zelador com um pacote e se decide para se dirigir
ele.
"Que horas serão, amigo?" ele pergunta.
"Indo em por dez.... Por que você parou aqui? Dirija em!"
Iona afugenta alguns passos, se dobra dobre, e se dá
até a miséria dele. Ele sente é nenhum bom atrair a pessoas. Mas antes de
cinco atas passaram ele se aproxima, tremores a cabeça dele como se
ele sente uma dor afiada, e puxões às rédeas.... Ele pode agüentar isto não
mais muito tempo.
"Atrás para a jarda!" ele pensa. "Para a jarda!"
E a pequena égua dele, como se ela soube os pensamentos dele, cai a trotar.
Uma hora e um Iona meio posterior está sentando por um fogão sujo grande. No
fogão, no chão, e nos bancos é pessoas roncando. O ar
está cheio de cheiros e entupimento. Iona olha para as figuras dormentes,
arranhões ele, e pesares que ele veio casa tão cedo....
"Eu não ganhei bastante para pagar pelas aveias, até mesmo", ele pensa. "Isso é
por que eu sou tão miserável. Um homem que conhece fazer o trabalho dele,... que tem
tido bastante para comer, e de quem cavalo teve bastante para comer, sempre é a
facilidade...."
Em um dos cantos se levanta um cabman jovem, clareia a garganta dele
com sono, e traz o água-balde.
"Queira uma bebida?" Iona lhe pergunta.
"Parece assim."
"Possa o fazer bom.... Mas meu filho está morto, companheiro.... Você ouve?
Esta semana no hospital.... É um negócio esquisito...."
Iona olha ver o efeito produzido pelas palavras dele, mas ele não vê nada.
O homem jovem cobriu a cabeça dele em cima de e já foi adormecido. O velho
suspiros de homem e arranhões ele.... Da mesma maneira que o homem jovem tinha sido
sedento para água, ele tem sede para fala. O filho dele terá sido logo
morto uma semana, e ele realmente não falou com ninguém contudo.... Ele