Amy D. V. Chalmers
Capítulo 39
a cabeça dele. Mas antes de ela pudesse adquirir uma impressão distinta da face dele
o homem jovem teve sido ido, enquanto correndo para cima o baixo dique com grandes pulos,
como um cervo caçado.
Madge virou à aia deles/delas, enquanto esperando para o posterior oferecer alguns
explicação. Senhorita Jones não disse nada, mas considerou Madge com
olhos aflitos.
"Quem era sua visita? Eu não soube que qualquer um soube que nós éramos
ancorado aqui. Nós não soubemos, nós mesmos, que nós éramos pousar aqui
até que nós espiamos o lugar. Aquele menino era um estranho a você? Por que não fez
você chama um de nós se ele o amedrontasse?" O tom de Madge era distintamente
hostil.
Senhorita Jones só tremeu a cabeça dela. Lágrimas grandes estavam rolando abaixo ela
bochechas. Ela estava tremendo de forma que Madge, muito contra o testamento dela, levou
o dela pelo braço e a ajudou pela coberta.
"Eu posso lhe falar nada, Madge", era a resposta cascuda do professor. "Eu sou
perfeitamente atento que você tem um direito para saber. Ainda, eu simplesmente não posso
lhe fale. Mas eu posso ir embora, se você gosta, e eu vou, assim que você
pode adquirir uns um outro a aia você. Só eu lhe tenho que pedir que não conte
as outras meninas o que aconteceu para-noite, ou por que eu o tenho que deixar.
Você vê, querido", Senhorita Jones terminou wistfully, "as outras meninas são aficionadas
de mim. Você nunca foi. Eu não posso agüentar para perder a fé deles/delas e
confiança."
Buscava um silêncio significante esta observação.
"Você realmente viu quem estava comigo?" Senhorita Jones questionou
ansiosamente. "Você saberia a face se você viu isto novamente?"
"Eu não sei", era a resposta dura de Madge, "mas eu acredito que eu devo."
"Você não me prometerá que você não falará para as outras meninas?" Senhorita
O Jones sussurrou, como eles cruzaram a coberta e vieram à porta do deles/delas
pequena cabana. "Eu não lhe estou pedindo fazer qualquer coisa injustiça, só perguntando,