Capítulo 68
"Eu lhe contarei o que nós faremos", disse Leighton. "Você me empresta o braço, e
Eu lhe emprestarei mil francos."
"Feito!" chorado Le Brux, com um riso que tremeu céu e terra. "Ah,
maroto, tu knowest que eu nunca pago."
Como eles foram os círculos do ateliê, o Lewis serra que o pai dele era
crescendo nervoso. Finalmente, Leighton tirou do bolso dele a pequena criança
e suas duas pernas quebradas. Ele ofereceu o lote para Le Brux. Os fragmentos
parecia encolher a alfinete-pontos na mão vasta de Le Brux.
"Bem", ele perguntou, o que é isto?"
Leighton acernar com a cabeça para Lewis,
"Meu menino fez isso."
Le Brux olhou abaixo à mão dele. Um reflita de interesse iluminado os olhos dele
e passou. Então uma tremenda carranca escureceu a sobrancelha dele.
"Um aluno, eh? Ora!" Com o dedo polegar dele e dedo indicador ele esmagou a criança para
pó. "Eu não levarei nenhum aluno."
Lewis tragou em desânimo a ver a criança dele demolida, mas não assim
Leighton. Ele tinha notado o reflita de interesse. Ele virou em Le Brux.
"Você levará nenhum aluno, eh? Certo, não faça. Mas você levará meu filho. Você
deva e você vá."
"Eu não vou, rosnou Le Brux.
"_Maitre"_ começou Leighton--"mas quem estou chamando eu _Matre_? O que é
você? D'you sabem o que você é?" Ele tremeu o dedo dele na face de Le Brux.
"Você pensa que você é um criador, mas você não é. Você é nada mais que um
palimpsest, o registro de uma única idade. O que é seus trabalhos mas um
a dedo polegar*-impressão de homem na face de tempo? Aqui eu estou lhe dando uma chance para
_be_ um criador, criar um humano ao vivo que continuará a tocha--isso
vá--"
Le Brux tinha se sentado pesadamente no sofá. Ele segurou o volumoso dele
encabece entre as mãos dele e gemeu.
"Ah, Letonne", que ele interrompeu, "nossa velha amizade está morta--morto por
violência. Amigos disseram coisas a mim me before,--chamou names,--e
Eu estive de pé isto. Mas nenhum deles já ousou me chame um palimpsest. Tu