Capítulo 56
"Cemitério? Não é um cemitério qualquer mais. Eu provarei isto a você dentro um
minuto."
Era mais que um minuto antes de eles puxassem em uma casa que parecia
desmentir a promessa de Leighton. Sua porta estava debaixo de um pórtico volumoso o
colunas de qual rosa sobre a segunda história. O pórtico foi flanqueado por
uma sacada de parapeted em qual enfrentou em cada lado, uma fila de francês
janelas, fechado e encortinado, mas não shuttered.
XVII DE CAPÍTULO
Leighton tocou. A porta foi aberta por um homem em libré. Tão pomposo era ele
aquele Lewis contemplou a ele boquiaberto. Ele poderia rasgar os olhos dele quase não de
ele para seguir o pai dele que estava sendo administrado por um segundo criado
pelo corredor vítreo, encerado em um desenho-quarto vasto.
O desenho-quarto poderia ter sido uma tumba para reis, mas o Lewis sentia mais
awed por isto que deprimido. Era um quarto de distâncias. Em seu imponente
paredes penduraram só seis pinturas e uma tapeçaria. Leighton não contou o seu
filho que as paredes levaram sete fortunas, porque ele aconteceu para ser um
desses que só os viram como sete coisas de alegria.
Havia outras coisas no quarto além dos quadros: alguns cadeiras,
o brocado de qual emparelhou a tapeçaria na parede; uma espineta marchetada;
três bronze. Antes de um dos bronze parou o Lewis involuntariamente.
De seu volumoso, columned fundam à gorjeta da figura viva que era
em um pedaço. Fora do próprio pedestal se estorceram os torturaram, enquanto alcançando
figura--o homem aspirador segurou para terra. Lewis estirou fora uma mão reverente
como se ele tocaria isto.
O lackey tinham lançado aberto uma porta e tinham estado de pé espera. Leighton virou e
chamado:
"Venha, menino."
Lewis os seguiu por um segundo desenho-quarto e em uma biblioteca.
Aqui lhes pediram que sentassem. Nunca tido o Lewis sonhou com tal um quarto. Isto
era tudo em carvalho--em carvalho para o qual um século de amadurecer tinha dado um raro
flor.
Havia só um quadro, e isso foi colocado em cima do grande