Capítulo 37
olhos quase estavam centelhando.
"A propósito", ele disse, o que está no pacote? Vejamos."
O Lewis trouxe o pequeno pacote arrependido dele e pôs isto na mesa. Ele
desamarrado os nós com dedos trêmulos. O estranho escarafunchou o
conteúdos com o dedo dele. Ele escolheu a pequena criança de barro, já,
menos uma perna.
"Hallo! O que é isto?"
"Um brinquedo", disse o Lewis, enquanto colorindo.
"Quem fez isto?"
"Sim."
"Você fez, eh? Bem, eu manterei isto." O estranho tocou ao redor de até que ele
ache a perna perdida. "Você pode tomar o resto de suas coisas. Eu vou
empreste 'em para você, e seu pônei. Agora comamos."
Aquela noite se deita Lewis, muito excitado dormir, desperte sorrindo por horas a
a lua. Ele estava sorrindo porque ele sentia isso de alguma maneira, fora da destruição,
amizade tinha sido economizada.
XII DE CAPÍTULO
O país pelo qual eles viajaram estava familiarizado a Lewis, tedioso,
para o estranho. Lixe, grama escassa, e espinho-árvores; espinho-árvores e
lixe, era a porção diária deles/delas. O sol bateu abaixo e para cima. Eles viajaram
horas longas de noite, cada vez menos de dia. Eles falaram pequeno, durante noite,
tem um modo de marcar os lábios desses que viajam debaixo da asa dela.
Água estava escassa. O dia antes do no qual eles esperaram fazer o
rio, uma marcha forçada os trouxe a um certo água-buraco. O
estranho, Lewis, e o guia chegaram longe a isto à frente do
pacote-trem. O água-buraco estava seco. Eles estavam sedentos. Eles empurraram em para
uma pequena casa de lama um modo curto fora o rastro. O estranho olhou para cima como
eles chegaram isto.
"Você pensa que estará de pé até que nós cheguemos lá?" ele perguntou.
Lewis sorriu. A casa estava apoiando em três direções. O peso de
seu telhado ladrilhado ameaçou em qualquer momento para esmagar o longo-sofrimento
paredes para o chão. Ao uma canto estava um grande jarro térreo, e ao lado de
o jarro um hag velho. Ela segurou um cabaço aos lábios dela. Em alguma palha no