Capítulo 62
Samoylenko vendo que entra, no uniforme em traje a rigor dele.
"Eu estava passando e pensamento: 'Suponha eu entro e pago meus cumprimentos
para zoologia,' " disse Samoylenko, enquanto se sentando à mesa grande,
batido junto pelo próprio zoologista fora de tábuas claras.
"Bom-manhã, pai santo", que ele disse ao diácono que estava sentando
na janela, copiando algo. "Eu ficarei um minuto e então corrida
casa para cuidar do jantar. Está na hora. . . . Eu não o estou impedindo?"
"Não no menos", respondeu para o zoologista, enquanto se deitando fora em cima do
mesa desliza de papel coberto com escritura pequena. "Nós estamos ocupados
copiando."
"Ah! . . . Oh, Meu Deus, Meu Deus! . . ." suspirado Samoylenko.
Ele cautiously levaram para cima da mesa um livro pardo em qual lá
estava mentindo um morto secou aranha, e disse: "Só imagine, entretanto; alguns
pequeno besouro verde está fazendo sobre seu negócio, quando de repente um
monstro gosta isto se abate abaixo nisto. Eu posso imaginar seu terror."
"Sim, eu suponho assim."
"Veneno é dado isto para proteger isto de seus inimigos?"
"Sim, proteger isto e permitir isto a atacar."
"Estar seguro, estar seguro. . . . E tudo em natureza, meu querido
companheiros, é consistente e pode ser explicado", suspirou Samoylenko;
"só eu lhe conto o que eu não entendo. Você é um homem de muito grande
intelecto, assim explique a mim, por favor. Há, você sabe, pequeno
bestas nenhum maior que ratos, bastante bonito olhar a, mas sórdido
e imoral no extremo, me deixe lhe falar. Suponha tal um pequeno
besta está correndo nos bosques. Ele vê um pássaro; ele pega isto e
devora isto. Ele vai em e vê na grama um ninho de ovos; ele
não queira os comer--ele não tem fome, mas ainda ele prova
um ovo e se espalha os outros fora do ninho com a pata dele. Então
ele conhece uma rã e começa a jogar com isto; quando ele atormentou
a rã ele vai em se lamber e conhece um besouro; ele esmaga
o besouro com a pata dele. . . e assim ele deteriora e destrói tudo
no modo dele. . . . Ele rasteja nos buracos de outras bestas, lágrimas para cima o