Capítulo 15
claro que, mas se ele tivesse estado agora em um júri, ele teria absolvido
o assassino.
"Merci, bem", que ele disse depois do jantar, e beijou Nadyezhda
Fyodorovna na testa.
Voltando no estudo dele, ele gastou cinco atas caminhando e
fro, olhando para as botas dele,; então ele se sentou no sofá dele e murmurou:
"Corra fora, corra fora! Nós temos que definir a posição e temos que correr fora!"
Ele coloca no sofá e recordou aquele Nadyezhda Fyodorovna novamente
marido tinha morrido, talvez, pela falta dele.
"Culpar para um homem por amar uma mulher, ou deixando de amar uma mulher, é
estúpido", ele se persuadiu, enquanto deitando e elevando as pernas dele dentro
ordene para vestir as botas altas dele. "Amor e ódio não estão abaixo nosso
controle. Como talvez para o marido dela, eu estava de um modo um indireto de
as causas da morte dele; mas novamente, é isto minha falta na que eu caí
ame com a esposa dele e ela comigo?"
Então ele se levantou, e achando o boné dele, partido para os alojamentos seu,
colega, Sheshkovsky onde os balconistas de Governo se encontraram diariamente,
jogar _vint_ e cerveja de bebida.
"Minha indecisão me faz lembrar de Hamlet", pensamento Laevsky no modo.
"Como verdadeiramente o Shakespeare descreve isto! Ah, como verdadeiramente!"
III
Por causa de sociabilidade e de condolência para o plight duro
de recém-chegados sem famílias que, como lá um hotel não era dentro
a cidade, não tida que jantar em nenhuma parte, Dr. Samoylenko manteve um tipo de mesa
d'hote. Neste momento havia só dois homens que habitualmente jantaram
com ele: um zoologista jovem chamado Von Koren para que tinha vindo o
verão para o Mar Preto para estudar a embriologia da medusa, e
um diácono chamado Pobyedov que só teve há pouco esquerdo o seminário e
sido enviado à cidade para levar o dever do diácono velho que teve
ido embora para uma cura. Cada um deles doze rublos liquidados por mês para
o jantar deles/delas e ceia, e Samoylenko os fez prometer virar