Capítulo 34
"Me, para a "causa de Cristo, perdoe Ieronim respondeu suavemente. "Está lá
ninguém mais?"
"Ninguém. . . ."
Ieronim agarrou a corda em ambas as mãos, se submeteu o
figura de uma marca de interrogação, e ofegou. O balsa-barco rangeu
e deu uma sacudida. O esboço do camponês no chapéu alto começou
se retirando lentamente de mim--assim a balsa estava partindo. Ieronim
logo se aproximado e começou a trabalhar com um só dê. Nós éramos
silencioso, contemplando para o banco para o qual nós estávamos flutuando. Lá
a iluminação pela qual o camponês estava esperando tinha começado. A
a extremidade da água embarrila de piche estava chamejando como fogos de acampamento enormes.
As reflexões deles/delas, se ruborize como a lua nascente, rastejou para nos conhecer dentro
raias largas longas. Os barris ardentes iluminado para cima a própria fumaça deles/delas
e as sombras longas de flitting de homens sobre o fogo; mas mais adiante
para um lado e atrás deles donde o carrilhão aveludado flutuou
ainda havia a mesma escuridão de preto irrompível. Tudo de uma vez, partindo
a escuridão, um zigzagged de foguete em uma tira dourada para cima o céu; isto
descrito um arco e, como se quebrado a pedaços contra o céu,
se espalhou crepitação em faíscas. Havia um rugido do banco
como um longe-fora hurrah.
"Como bonito!" Eu disse.
"Bonito além de palavras!" suspirado Ieronim. "Tal uma noite, senhor! Outro
tempo a pessoa não prestaria nenhuma atenção aos fogos de artifício, mas para-dia um
alegra em toda vaidade. De onde você vem?"
Eu lhe falei onde eu vim de.
"Estar seguro. . . um para-dia de dia jovial. . . ." Ieronim entrou em um
tenor suspirando fraco gosta da voz de um convalescente. "O céu é
alegrando e a terra e o que está debaixo da terra. Todas as criaturas
está mantendo feriado. Só me fale para o senhor amável, por que, até mesmo pelo tempo
de grande alegria, um homem não pode esquecer das tristezas dele?"
Eu imaginei que esta pergunta inesperada era me puxar em um de
essas conversações religiosas infinitas que enfadaram e os monges inativos