Capítulo 33
pelas estrelas que se espalharam densamente por toda parte o céu. Não
se lembre de já ver tantos estrelas. Literalmente a pessoa não pôde ter
ponha um dedo entre eles. Havia alguns tão grande quanto um ganso
incite, outros minúsculo como cânhamo. . . . Eles tinham vindo fora para o
procissão festiva, todo um deles, pequeno e grande, lavou,
renovado e jovial, e todo o mundo deles estava centelhando suavemente seu
vigas. O céu foi refletido na água; as estrelas estavam tomando banho
em suas profundidades escuras e tremendo com os remoinhos tremendo. O ar
estava morno e ainda. . . . Aqui e lá, longe no adicional
aterre na escuridão impenetrável, várias luzes vermelhas luminosas eram
vislumbrando. . . .
Um par de passos de mim eu vi a silhueta escura de um camponês
em um chapéu alto, com uma vara nodosa grossa na mão dele.
"Quanto tempo o balsa-barco está vindo!" Eu disse.
"É tempo que estava aqui", a silhueta respondeu.
"Você está esperando pelo balsa-barco, também?"
"Nenhum eu não sou, bocejou o camponês--"eu estou esperando pela iluminação.
Eu deveria ter ido, mas para lhe contar a verdade, eu não tenho os cinco
kopecks para a balsa."
"Eu lhe darei o cinco kopecks."
"Não; Eu humbly lhe agradecem. . . . Com isso cinco kopecks puseram para cima um
vela para mim em cima de lá no monastério. . . . Isso será mais
interessante, e eu me levantarei aqui. O que enlata isto média, nenhum balsa-barco,,
como se tinha penetrado a água!"
O camponês subiu a extremidade da água, levou a corda nas mãos dele,
e gritou; "Ieronim! Ieron--im!"
Como se em resposta para o grito dele, o repique lento de um grande sino
flutuado em frente ao banco adicional. A nota estava funda e baixo,
como do fio mais grosso de um baixo dobro; parecia como se
a própria escuridão tinha proferido isto roucamente. Imediatamente havia o
som de um tiro de canhão. Rolou fora na escuridão e terminou
em algum lugar na distância distante atrás de mim. O camponês se foi dele
chapéu e se cruzou.