Capítulo 81
TALENTO
Um artista chamado Yegor Savvitch que estava gastando os feriados de verão dele
na casa da viúva de um oficial, estava sentando na cama dele, determinado,
até a depressão de manhã. Estava começando a olhar como
outono ao ar livre. Nuvens pesadas, desajeitadas cobriram o céu dentro grosso
camadas; havia um resfriado, vento penetrante, e com uma lamúria melancólica
as árvores eram tudo dobrando em um lado. Ele poderia ver o amarelo
folhas que giram círculo no ar e na terra. Adeus, verão!
Esta melancolia de natureza está bonita e poética de seu próprio modo,
quando olhou a com os olhos de um artista, mas Yegor Savvitch
estava em nenhum humor ver beleza. Ele foi devorado através de enfado e seu
só consolação era o pensamento que antes de para-amanhã que ele não seria
lá. A cama, as cadeiras, as mesas, o chão, eram tudo amontoados
para cima com almofadas, cama-roupa amassados, caixas. O chão não teve
sido varrido, as cortinas de algodão tinham sido pegadas das janelas.
Dia que vem estava movendo ele, para cidade.
A proprietária dele, a viúva, estava fora. Ela tinha ido em algum lugar fora para
contrate cavalos e carros para mover dia que vem a cidade. Ganhando pelo
ausência do mamma severo dela, o filha Katya dela, velho vinte, teve
por muito tempo está sentando no quarto do homem jovem. Dia que vem o
o pintor ia embora, e ela teve uma grande transação para dizer a ele. Ela
continuou falando, enquanto falando, e ainda ela sentia que ela não tinha dito um
décimo do que ela quis dizer. Com os olhos dela cheio de lágrimas, ela
contemplado à cabeça felpuda dele, contemplou a isto com êxtase e tristeza. E
Yegor Savvitch era felpudo a uma extensão horrorosa, de forma que ele olhou
como um animal selvagem. Os cabelos dele penduraram até as ombro-lâminas dele, seu,
barba cresceu do pescoço dele, das narinas dele, das orelhas dele,; seu
olhos estavam perdidos debaixo das sobrancelhas pendendo grossas dele. Era tudo assim
grosso, tão emaranhado, que se uma mosca ou um besouro tivessem sido pegados em seu