Capítulo 77
os quartos do apartamento em grande agitação. O orgulho dele, o plebeu dele,
meticulosidade, se revoltou. Apertando os punhos dele e fazendo carranca com
repugne, ele desejou saber como ele, o filho de um padre de aldeia, trouxe
para cima em uma escola clerical, uma planície, homem direto, um cirurgião,
através de profissão--como pôde ele se deixou seja escravizado, tenha
afundado em tal escravidão vergonhosa para este fraco, inútil, mercenário,
baixa criatura.
"'Pequeno pé!'" ele murmurou a ele, enquanto se derrubando o telegrama;
"'pequeno pé!'"
Do tempo quando ele se apaixonou e propôs a ela, e os sete
anos que ele tinha estado vivendo com ela, tudo aquilo permaneceu em seu
memória era ela cabelo longo, fragrante, uma massa de macio ate, e ela
pequenos pés que certamente eram pés muito pequenos, bonitos; e
até mesmo agora parecia como se ele ainda teve desses velhos abraços
o sentimento de ate e seda nas mãos dele e face--e nada
mais. Nada mais--quer dizer, enquanto não contando histerias, gritos agudos,,
repreensões, ameaças, e mentiras--mentiras de bronze, traiçoeiras. Ele
se lembrado como no casa do pai dele na aldeia vai um pássaro
às vezes chance para voar dentro do ar aberto na casa e
lutaria desesperadamente contra as janela-vidraças e coisas chateadas;
assim esta mulher de uma classe totalmente estrangeiro a ele tinha voado em seu
vida e fez destruição completa disto. Os melhores anos da vida dele tiveram
estado gasto como se em inferno, as esperanças dele para felicidade quebrada e
se transformado em um escárnio, a saúde dele, os quartos dele como vulgo no deles/delas
atmosfera como uma cocote, e dos dez mil ganhou ele todo
ano ele nunca poderia economizar dez rublos para enviar a mãe velha dele dentro o
aldeia, e as dívidas dele já eram aproximadamente quinze mil. Isto
parecia que se uma faixa de brigands tivesse estado morando nos quartos dele o seu
vida não teria sido tão desesperadamente, assim irremediably arruinaram como