Capítulo 73
totalmente escuro na superfície do rio. Kovrin cruzou o outro
apóie pela ponte estreita. Antes dele ponha um campo largo coberto com
centeio jovem não contudo em flor. Não havia nenhuma habitação viva, não
alma viva ao longe, e parecia como se o pequeno
caminho, se a pessoa fosse ao longo disto, levaria a pessoa ao desconhecido, misterioso,
lugar abaixo onde o sol há pouco tinha ido, e onde o brilho de noite
estava ardendo em imensidão e esplendor.
"Como aberto, como livre, como imóvel está aqui!" Kovrin pensado, caminhando,
ao longo do caminho. "E sente como se todo o mundo estava assistindo
eu, escondendo e esperando por eu entender isto. . . ."
Entretanto ondas começaram a correr pelo centeio, e uma noite clara
tocado a cabeça descoberta dele suavemente. Um minuto depois havia
outra rajada de vento, mas mais forte--o centeio começou a sussurrar, e
ele ouviu atrás dele o murmúrio oco do anseia. Kovrin estava
ainda em assombro. Do horizonte lá se levantou o céu, como
um vendaval ou uma bica, uma coluna preta alta. Seu esboço era
indistinto, mas do primeiro momento poderia ser visto que era
não ficando parado, mas movendo com rapidez medrosa, comovente diretamente
para Kovrin, e o mais próximo veio o menor e o mais
distinto era. Kovrin passou aparte ao centeio para trazer modo
isto, e só só tempo tido fazer assim.
Monge, vestiu em preto, com uma cabeça cinzenta e sobrancelhas pretas, seu
braços atravessaram o peito dele, flutuado por ele. . . . Os pés nus dele
não toque a terra. Depois que ele tivesse flutuado vinte pés além
ele, ele olhou em volta para Kovrin, e acernar com a cabeça a ele com um amigável
mas sorriso astuto. Mas isso que um pálido, medrosamente empalideça, face magra! Começando
para crescer maior novamente, ele voou pelo rio, colidiu noiselessly
com o banco de barro e anseia, e os atravessando, desapareceu
como fumaça.
"Por que, você vê", Kovrin murmurado, deve haver verdade na lenda."
Sem tentar explicar a ele a aparição estranha, contente
que ele tinha tido sucesso vendo tão próximo e tão distintamente, não só