Capítulo 35
preso. Quem a defenderia? Os pais dela viveram longe
nas províncias; eles não tiveram o dinheiro para vir a ela. No
capital ela era tão solitário quanto em um deserto, sem amigos ou
família. Eles poderiam fazer o que eles gostaram com ela.
"Eu irei para todos os tribunais e todos os advogados", pensamento de Mashenka,,
tremendo. "Eu explicarei a eles, eu prestarei um juramento. . . . Eles
acredite que eu não pudesse ser um ladrão!"
Mashenka se lembrou disso debaixo das folhas na cesta dela que ela teve
alguns doces que, seguindo os hábitos dos tempo de escola dela, ela,
tinha posto no bolso dela ao jantar e tinha levado para o quarto dela. Ela
sentido quente por toda parte, e estava envergonhado ao pensamento que o pequeno dela
segredo foi conhecido à senhora da casa; e tudo isso terror,
envergonhe, ressentimento, tirado um ataque de palpitação do coração,,
qual jogo para cima uma palpitação nos templos dela, no coração dela, e profundamente
abaixo no estômago dela.
"O jantar está pronto", o criado chamou Mashenka.
"Eu irei, ou não?"
Mashenka escovou o cabelo dela, esfregou a face dela com uma toalha molhada, e
entrado no jantar-quarto. Lá eles já tinham começado o jantar. A
um fim da mesa sentou Fedosya Vassilyevna com um estúpido, solene,
face séria; ao outro fim Nikolay Sergeitch. Aos lados lá
era as visitas e as crianças. Os pratos foram dados antes das duas
criados em rabos de andorinha e luvas brancas. Todo a pessoa soube isso lá
era um chateado na casa, aquela Senhora que Kushkin estava em dificuldade, e
todo a pessoa estava calado. Nada foi ouvido mas o som de mastigar
e o chocalho de colheres nos pratos.
A senhora da casa, ela, foi o primeiro em falar.
"O que é o terceiro curso?" ela perguntou para o criado dentro um cansado, ferido
voz.
"_Esturgeon um "russe_ de la, respondeu para o criado.
"Eu ordenei que, Fenya", Nikolay Sergeitch acelerou para observar. "EU
querido algum peixe. Se você não gosta, chere_ de _ma, não os deixe
sirva. Eu há pouco ordenei isto. . . ."