Capítulo 28
tudo está sendo terminado, é o diabo."
E ele pensou no diabo, em quem não acreditou ele, e ele
olhado em volta para as duas janelas onde os fogos estavam vislumbrando. Isto
parecia a ele que fora desses olhos carmesins era o diabo ele
olhando para ele--aquela força de desconhecido que tinha criado o mútuo
relação do forte e o fraco, aquela asneira grossa qual
nunca poderia corrigir. O forte tem que impedir o fraco de viver
--tal era a lei de Natureza; mas só em um artigo de jornal ou
em um livro escolar era aquele inteligível e facilmente aceito. No
mixórdia que era vida cotidiana, na confusão de trivialidades,
fora de qual foram tecidas relações humanas, era nenhum mais longo uma lei,
mas um absurdo lógico, quando o forte e o fraco era ambos
igualmente vítimas das relações mútuas deles/delas, submetendo de má vontade,
para alguns dirigindo força, desconhecido, se levantando fora de vida, aparte de
homem.
Assim pensamento Korolyov, sentando nas pranchas, e pouco a pouco
ele era possesso por um sentimento que esta força desconhecida e misteriosa
realmente era perto de e olhando para ele. Enquanto isso o leste era
crescendo mais pálido, tempo passou rapidamente; quando não havia uma alma
em qualquer lugar se aproxime, como se tudo estava morto, os cinco edifícios,
e as chaminés deles/delas contra o fundo cinzento do amanhecer tido um
olhar estranho--não igual a de dia; a pessoa esqueceu isso completamente
dentro de lá estavam motores a vapor, eletricidade, telefones, e manteve
pensando em lago-habitações, do Idade da Pedra, que sente a presença
de uma força crua, inconsciente. . . .
E novamente lá veio o som: "Dair. . . dair. . . dair. . .
dair. . ." doze vezes. Então havia quietude, quietude para
meio um minuto, e ao outro fim da jarda lá tocou fora.
"Drin. . . drin. . . drin. . . ."
"Horrivelmente desagradável", pensamento Korolyov.
"Zhuk. . . zhuk. . ." lá ressoado de um terceiro lugar, abruptamente,,
nitidamente, como se com aborrecimento--"Zhuk. . . zhuk. . . ."
E levou quatro atas para golpear doze. Então havia um silencie;