Capítulo 72
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A senhora começou a inchar novamente. . . . Olhando em volta de modo selvagem ele Pavel
Vassilyevitch se levantou, gritado em uma voz funda, antinatural, arrebatou
da mesa um papel-peso pesado, e ao lado dele, trouxe
isto abaixo com toda sua força na cabeça do authoress. . . .
* * * * *
"Me dê em custo, eu a matei!" ele disse à criada
que correu dentro, um minuto depois.
O júri o absolveu.
UM MISTÉRIO
EM a noite de domingo de Páscoa o Conselheiro Civil atual, Navagin,,
no retorno dele de pagar chamadas, atormentou para cima a folha de papel
quais visitas tinham se inscrito os nomes deles/delas no corredor, e foi com
isto no estudo dele. Depois de se ir os artigos de vestuário exteriores dele e beber
algum seltzer molham, ele se concordou confortavelmente em um sofá e
começado a ler as assinaturas na lista. Quando os olhos dele alcançaram o
meio da lista longa de assinaturas, ele começou, deu uma ejaculação
de surpresa e rompeu os dedos dele, enquanto a face dele expressou
a perplexidade extrema.
"Novamente!" ele disse, enquanto esbofeteando o joelho dele. "É extraordinário! Novamente!
Novamente há a assinatura daquele companheiro, bondade sabe que ele
é! Fedyukov! Novamente!"
Entre as numerosas assinaturas no papel a assinatura era de um
certo Fedyukov. Quem o diabo que este Fedyukov era, Navagin não teve
uma noção. Ele entrou em cima de na memória dele todos seus conhecidos, relações,
e subordinados no serviço, recordou o passado remoto dele mas pôde
não lembre nenhum nome como Fedyukov. O que era tão estranho era que isto
_incognito_, Fedyukov, tinha assinado o nome dele regularmente todo Natal
e Páscoa durante os últimos treze anos. Nem Navagin, a esposa dele,,
nem o zelador de casa dele soube que era ele, onde ele veio de ou isso que
ele era como.
"É extraordinário!" Navagin pensou em perplexidade, como ele paced
sobre o estudo. "É estranho e incompreensível! É como
feitiçaria!"
"Chame o zelador aqui!" ele gritou.
"É diabólico esquisito! Mas eu acharei fora que ele é!"