Capítulo 29
esposa estava em uma condição interessante. . . então ele veio por um
senhora que tinha vindo ficar durante três dias--danação a leva--
uma criatura vazio-encabeçada, tolo e não bonito. Não pôde
seja considerado como uma infidelidade. A esposa dele olhou para isto daquele modo
ela e logo. . . perdoado isto. Nada sobre o que mais foi dito
isto. . . ."
"Pessoas não morrem sem uma razão", disse o doutor.
"Isso é assim, claro que, mas todos o mesmo. . . Eu não posso admitir isso
ela se envenenou. Mas é estranho que a idéia nunca tenha
me golpeado antes! E ninguém pensou nisto! Todo o mundo estava surpreso
que a predição dela tinha vindo passar, e a idéia. . . de tal um
morte estava longe da mente deles/delas. E realmente, não pode ser que ela
se envenenado! Não!"
O magistrado examinador ponderou. O pensamento da mulher que teve
morto o assombrado tudo pelo inquérito tão estranhamente. Como notou ele
abaixo o que o doutor ditou a ele ele moveu as sobrancelhas dele tristemente
e esfregou a testa dele.
"E é lá realmente venenos que matam a pessoa por um trimestre de uma hora,
gradualmente, sem qualquer dor?" ele perguntou para o doutor enquanto o posterior
estava abrindo o crânio.
"Sim, há. Morfina por exemplo."
"H'm, estranho. Eu me lembro ela mantinha algo do tipo
. . . . Mas quase não poderia ser."
Atrás no modo o magistrado examinador parecia exausto, ele manteve
mordendo o bigode dele nervosamente, e estava pouco disposto falar.
"Nos deixe ir um pequeno modo a pé", ele disse ao doutor. "Eu estou cansado
de sentar."
Depois de caminhar aproximadamente cem passos, parecia o magistrado examinador
para o doutor ser superado com fadiga, como se ele tinha sido
subindo uma montanha alta. Ele parou e, olhando para o doutor
com um olhar estranho nos olhos dele, como se ele esteja bêbado, disse:
"Meu Deus, se sua teoria está correta, por que é. . . era cruel,
desumano! Ela se envenenou castigar uns um outro! Por que, era o
peque tão grande? Oh, meu Deus! E por que você me fez um presente disto