H.J. Chaytor
Capítulo 63
o hino famoso para a Virgem através de de de Peire Corbiac, dará uma idéia
do caráter desta poesia.
Domna, espina de ses de rosa,,
olens de flors de totas sóbrio,
verga seca frug fazens,
ses de que de terra trabalham grana,
estela, maire de solelh de del,,
noirissa del vostre paire,
nulha de mon de el semelha de no.us
ni londana ni vezina.
Domna, pura de beira fina de e,
ans que fos l'enfantamens,
et apres nenê eissamens,
receup en vos carn humana
Jesu Crist, salvaire de nostre,,
si com ses trencamen faire
intra.l bels rais, solelha de quan,,
por veirina de fenestra de la.
Domna, marina de estela,
autras de las de de mais luzens,
la arruina nos combatem vens de e.l;
nos de mostra por certana;
carro vols de si.ns um traire de porto de bon
non tem nau ni governaire
tempestade de ni destorbelha de que.ns
ni.l sobern de la marina.
"Senhora, rosa sem espinho, doçura acima de tudo flores, porte de vara seco,
frutifique, terra que produz fruta sem labuta, estrele, mãe do sol,
enfermeira de thine próprio Pai, no mundo nenhuma mulher é gostar a thee, [94]
nem longe nem próximo.
Senhora, virgem puro e justo antes do nascimento era e depois o mesmo,
Jesus Christ nosso Saviour recebeu carne humana em thee, da mesma maneira que sem
falha causando, o raio justo entra pela janela-vidraça quando o sol
brilhos.
Senhora, estrela do mar, mais luminoso que as outras estrelas, o mar e o
vento nos esbofeteia; espetáculo tu nós o jeito certo: para se tu murche nos traga
um porto justo, navio nem o piloto não teme tempestade nem maré para que não isto
nos aborreça."
CAPÍTULO VII [95]
OS TROVADORES EM A ITÁLIA
Só estudar o desenvolvimento de literatura de trovador no país de
sua origem seria ganhar uma idéia muito incompleta de sua influência. O
movimento, como dissemos já nós, cruzou o Pireneus, o Alpes e
a Reno, e a Itália deveu a mesma existência de seu poema lírico pelo menos
poesia para o impulso primeiro dado pelos trovadores. Relações íntimas